O vento soprou as páginas amareladas dos meus diários, escrevi
vários na adolescência e sigo escrevendo em qualquer papel no momento que vem
alguma coisa ou leio algo que seja eu. Livros de poesias, contos, cadernos
importantes, tanto papel e tantos versos. Bilhetes, cartas, e a minha primeira
carta de amor. Tantos amigos que seguiram comigo e outros que partiram, nunca
mais vi. Quanta história guardada pra hoje eu poder transformar em outras
histórias. Eu sempre gostei de viver de contar e escrever histórias. Se lá no
passado eu não percebi que isso já acontecia, foi porque eu não prestei
atenção. Agora, a sensação que tenho é que nunca parei de fazer isso.
Passei a escrever minhas coisas para...mas não as envio pelo correio nem para ninguém,pois sei que iriam voltar.Faço para mim e guardo nos meus cadernos e no meu blog.

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