sexta-feira, 11 de abril de 2014

O vento soprou as páginas amareladas dos meus diários, escrevi vários na adolescência e sigo escrevendo em qualquer papel no momento que vem alguma coisa ou leio algo que seja eu. Livros de poesias, contos, cadernos importantes, tanto papel e tantos versos. Bilhetes, cartas, e a minha primeira carta de amor. Tantos amigos que seguiram comigo e outros que partiram, nunca mais vi. Quanta história guardada pra hoje eu poder transformar em outras histórias. Eu sempre gostei de viver  de contar e escrever histórias. Se lá no passado eu não percebi que isso já acontecia, foi porque eu não prestei atenção. Agora, a sensação que tenho é que nunca parei de fazer isso.

Passei a escrever minhas coisas para...mas não as envio pelo correio nem para ninguém,pois sei que iriam voltar.Faço para mim e guardo nos meus cadernos e no meu blog.


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